《Saudara Sejagat》 mengisahkan sebuah cerita legendaris tentang sepasang saudara kembar yang lahir di tengah masa-masa paling sulit dalam sejarah Republik. Karena himpitan kemiskinan, kedua saudara itu harus berpisah sejak masih dalam buaian; sejak saat itu, mereka menapaki jalan hidup yang sama sekali berbeda, tumbuh besar dalam lingkungan yang serba sulit dan tidak serupa. Takdir seolah mempermainkan dua saudara kandung ini—delapan belas tahun kemudian, ketika keduanya berada di ujung dunia yang berlainan, mereka secara kebetulan mendaftar sebagai tentara di waktu yang bersamaan, bahkan ditempatkan dalam kompi yang sama. Tanpa mengetahui jati diri masing-masing, kedua saudara ini justru menjadi rival paling sengit di barak; persaingan mereka yang tajam dan keras tercermin dalam karir, cinta, dan pekerjaan—tak ada ruang yang bebas dari persaingan itu, semuanya berlangsung dengan getir dan kejam! ... Para pakar menyebutkan, 《Saudara Sejagat》 berakar pada kehidupan rakyat biasa dan perasaan manusia yang universal, meliputi kasih ibu dan anak, persaudaraan, persahabatan di medan perang, hingga cinta kasih… sungguh mampu menjembatani selera tinggi dan rendah, dekat dengan kehidupan masyarakat, serta menyuarakan emosi khalayak luas.
O ventre de Wang Guixiang já crescera ao ponto de rivalizar com uma bacia de rosto; desde que engravidara, calculando com os dedos, restariam dez dias, talvez quinze, até o momento do parto. Wang Guixiang não era estranha à experiência de dar à luz. Oito anos atrás, aos vinte e dois anos, dera à luz seu primogênito, Liu Shu, que agora cursava o primeiro ano do ensino fundamental. Quatro anos depois, trouxe ao mundo uma menina, Liu Cao, que naquele instante deveria estar brincando no pátio de casa.
As mulheres do campo são robustas, não atribuem grande importância ao parto; só se deitam na cama quando as dores começam, apressadamente chamando a parteira para vir à casa. De um lado, acende-se uma panela de água quente, de outro, gritos e chamados se espalham pela casa à espera do nascimento. A maioria das mulheres rurais dá à luz em casa—ir ao hospital não é uma opção, seja por falta de condições, seja pela impossibilidade de arcar com os custos. Por isso, parteiras são abundantes; aquelas com alguma experiência de parto, de espírito audaz e olhar atento, podem exercer esse ofício. Não cobram recompensa; quando o recém-nascido completa um mês, o pai da criança, envolto em uma toalha, traz uma dúzia de ovos para agradecer. O nascimento na zona rural não é evento solene: engravidar é natural, dar à luz também.
Apesar de Wang Guixiang estar a dez ou quinze dias do termo, não se preocupava; ao romper da aurora, já estava no campo, trabalhando a terra. Era terra do coletivo, trabalho em equipe para ganhar pontos de produção. Os homens, inclusive Liu Erga, seu esposo